Enquanto a vida me lança em abismos
E a solidão em mim faz morada
Desejo amargamente o calor dos seus braços
E as respostas das suas charadas
Quero o teu canto em minh'alma
A tua intensidade em mim
Transbordar mares de você
Em oceanos sem fim
Me guie pelas curvas do seu corpo
Mostre cada pedaço desconhecido a mim
Sem pressa, sem avareza
Me envolva nos seus lençóis de cetim
Me pegue desprevenida
Derrube as minhas defesas
Quebre os meus muros
E construa comigo novas fortalezas
Trace um futuro comigo
Fuja da realidade
Entrelace seus dedos nos meus
E me apresente essa estranha cidade
Ignore a minha bipolaridade
Os meus traumas e a minha dureza
Só me leve contigo
Antes que eu desapareça.
Sou pássaro a voar
E a me perder no seu calor
Sou a noite fria a chegar
E a te envolver como um cobertor
Sou o desespero da partida
Sou a agonia da chegada
Sou aquela velha avenida
Que você sempre passa
Sou escritora a vagar em linhas tortas
Procurando novos contos
Procurando novas respostas
Em entrelinhas que um dia foram nossas
Perco-me em te ter
E nesse meu coração primata
Ainda há lembranças de você
E dessa palpitação precoce em te ver
Uma cratera findou-se em mim
Uma falha geológica no coração
Que se contorce com um só olhar
Ou um simples aperto de mão.
E a me perder no seu calor
Sou a noite fria a chegar
E a te envolver como um cobertor
Sou o desespero da partida
Sou a agonia da chegada
Sou aquela velha avenida
Que você sempre passa
Sou escritora a vagar em linhas tortas
Procurando novos contos
Procurando novas respostas
Em entrelinhas que um dia foram nossas
Perco-me em te ter
E nesse meu coração primata
Ainda há lembranças de você
E dessa palpitação precoce em te ver
Uma cratera findou-se em mim
Uma falha geológica no coração
Que se contorce com um só olhar
Ou um simples aperto de mão.
Nas finas linhas do meu tear
Vou guardando memórias
Contando histórias
De dias que estão por vir
Nas finas linhas do meu tear
Enxergo novos caminhos
Elejo novos destinos
Mas caminho sempre sozinho
Nas finas linhas do meu tear
Vejo toda a minha angústia
Toda a dor que carrego no olhar
Nas finas linhas do meu tear
Carrego as dores de antigos amores
Carrego o peso de ser alguém
E as consequências de ainda ser ninguém
Nas finas linhas do meu tear
Espero por alguém que não vem
E como um antibiótico
A dor me mantém
Presa e refém
Nas finas linhas do meu tear.
Vou guardando memórias
Contando histórias
De dias que estão por vir
Nas finas linhas do meu tear
Enxergo novos caminhos
Elejo novos destinos
Mas caminho sempre sozinho
Nas finas linhas do meu tear
Vejo toda a minha angústia
Toda a dor que carrego no olhar
Nas finas linhas do meu tear
Carrego as dores de antigos amores
Carrego o peso de ser alguém
E as consequências de ainda ser ninguém
Nas finas linhas do meu tear
Espero por alguém que não vem
E como um antibiótico
A dor me mantém
Presa e refém
Nas finas linhas do meu tear.
Desencontros forçados
Rostos assustados
E no espelho do meu quarto
Ainda vejo você
Mais um gole de insanidade
Mais uma mentira pela verdade
E no silêncio do meu quarto
Ainda ouço você
Respirei sua dor
Tossi meus sentimentos
Fiz votos de amor
De loucura e tormento
Te dei abrigo nos meus lençóis
Te dei morada no meu âmago
Na agonia de um amor nocivo
E de arrepios estranhos
Cartas de amor sem remetente
Uma cartomante me traz você
Juras de amor tão descrentes
Que me lembram você
Nas pinturas rasgadas
Nos esboços descartados
E na parede do meu quarto
Não vejo mais você
Nos novos sonhos
Nas novas moradas
E nessa nova estrada
Não cabe mais você
Rostos assustados
E no espelho do meu quarto
Ainda vejo você
Mais um gole de insanidade
Mais uma mentira pela verdade
E no silêncio do meu quarto
Ainda ouço você
Respirei sua dor
Tossi meus sentimentos
Fiz votos de amor
De loucura e tormento
Te dei abrigo nos meus lençóis
Te dei morada no meu âmago
Na agonia de um amor nocivo
E de arrepios estranhos
Cartas de amor sem remetente
Uma cartomante me traz você
Juras de amor tão descrentes
Que me lembram você
Nas pinturas rasgadas
Nos esboços descartados
E na parede do meu quarto
Não vejo mais você
Nos novos sonhos
Nas novas moradas
E nessa nova estrada
Não cabe mais você
(Ilustração do Brenno do terra dos cegos)
Pessoas que não vivem
Garotas que não amam
Homens perdidos
Com mulheres nuas na cama
Órfãos de amor
Atenção e carinho
Crianças convictas
Do seu caminho
Guerras de opiniões, política e moral
Bombardeio de sentimentos
E sentenças carnais
Pessoas sofrendo com dramas banais
TV's ligadas em disritmia
Atores vendendo alegria
Comédias de um conto de terror
Um serial killer procurando um novo amor
Ladrões de corações e desatinos
Andando em vagões de trens, sozinhos
Seguindo estrelas apagadas
Esperando próximas paradas
Muros de concreto pichados com ideologias
Artistas anônimos buscando uma saída
Um novo traço pra treinar
Uma nova ideia pra compartilhar
Presos ajoelhados na sacristia
Pecados carnais estampados em jornais
Juras de amor não cumpridas
Em meio a "injúrias" bem vistas.
Uma nova jura
Um novo julgamento
Letras e acordes
Carregados de sentimentos
Medos escondidos por baixo dos lençóis
Baús repletos de sentimentos
Insônia se tornando um algoz
A madrugada virando tormento
Fantasmas do passado
Destroem o meu futuro
Bombardeio de sentimentos
Enfraquecem meu muro
Uma caneta multicor
Escreve o que já sei de cor:
Lembranças e momentos
Que viraram pó.
Um novo julgamento
Letras e acordes
Carregados de sentimentos
Medos escondidos por baixo dos lençóis
Baús repletos de sentimentos
Insônia se tornando um algoz
A madrugada virando tormento
Fantasmas do passado
Destroem o meu futuro
Bombardeio de sentimentos
Enfraquecem meu muro
Uma caneta multicor
Escreve o que já sei de cor:
Lembranças e momentos
Que viraram pó.
Pilhas de poemas espalhados pela casa
Lençóis jogados na cama
Um vazio dentro de mim
E o mundo lá fora me chama
Mais um novo amante
Menos 10 no meu saldo de amor
Só mais uma pessoa carente
Esperando um novo (r)am(c)or
No canto da sala tem uma calça surrada
Tal qual o nosso amor
Sou a maçã estragada
Que um dia você amou
No espelho do quarto
Vejo uma desconhecida
Pouco familiar
Muito atrevida
Vejo coisas que já não existem mais
Sinto coisas que não devo sentir
Falo demais no meu altar particular
Espero uma maré fechada pra poder transbordar e seguir
Lençóis jogados na cama
Um vazio dentro de mim
E o mundo lá fora me chama
Mais um novo amante
Menos 10 no meu saldo de amor
Só mais uma pessoa carente
Esperando um novo (r)am(c)or
No canto da sala tem uma calça surrada
Tal qual o nosso amor
Sou a maçã estragada
Que um dia você amou
No espelho do quarto
Vejo uma desconhecida
Pouco familiar
Muito atrevida
Vejo coisas que já não existem mais
Sinto coisas que não devo sentir
Falo demais no meu altar particular
Espero uma maré fechada pra poder transbordar e seguir
Uma bebida forte
Um disco pra ouvir
Um abismo entre eu e você
E a noite ainda vai cair
A saudade surge
Como as estrelas no céu
Numa constelação vejo seu sorriso
Travesso e infiel
A TV está ligada
Me fazendo companhia
A música me controla
Me tirando dessa disritmia
Alguém bate na minha porta
Mas não é você
É somente o zelador
Com a correspondencia que não quis receber
E a noite vai indo embora
A saudade foge pela porta
E eu fico aqui sem entender
Porque tem que ser assim quando penso em você?
Um disco pra ouvir
Um abismo entre eu e você
E a noite ainda vai cair
A saudade surge
Como as estrelas no céu
Numa constelação vejo seu sorriso
Travesso e infiel
A TV está ligada
Me fazendo companhia
A música me controla
Me tirando dessa disritmia
Alguém bate na minha porta
Mas não é você
É somente o zelador
Com a correspondencia que não quis receber
E a noite vai indo embora
A saudade foge pela porta
E eu fico aqui sem entender
Porque tem que ser assim quando penso em você?
Andei em estradas tortas
Passei por altos e baixos
Vi de tudo um pouco:
Mortes, magia, abraços
Caminhei descalça em pedregulhos
Naveguei sozinha sobre o mar
Conheci algumas feras
Mas aprendi a domar
Já tentei ser alguém que não sou
E nunca me vi tão infeliz
Sei bem como sou e estou
E me orgulho das coisas que já fiz
Já amei atores, professores e ambulantes
Já fiz muitos favores
Dentre eles um pra mim:
Tornar a felicidade constante
Certa vez tive um amor
Que estacionou no tempo
E de forma voraz e anormal
Se foi com o vento
Já fiquei até tarde numa calçada
Com milhares de histórias pra contar
Já toquei muito amor
Com um violão em um patamar
Escorreguei em algumas escadas
Mas fingi que não houve nada
Sempre com um bom amigo do lado
Tornando minhas certezas mais sensatas
Já jurei amores
Já chorei num bar
Naquela eterna despedida:
Rio Grande do Norte/Ceará
Pedi perdão por ir embora
E deixei alguns amigos
Mas sempre a saudade bate minha porta
E me pede abrigo.
Passei por altos e baixos
Vi de tudo um pouco:
Mortes, magia, abraços
Caminhei descalça em pedregulhos
Naveguei sozinha sobre o mar
Conheci algumas feras
Mas aprendi a domar
Já tentei ser alguém que não sou
E nunca me vi tão infeliz
Sei bem como sou e estou
E me orgulho das coisas que já fiz
Já amei atores, professores e ambulantes
Já fiz muitos favores
Dentre eles um pra mim:
Tornar a felicidade constante
Certa vez tive um amor
Que estacionou no tempo
E de forma voraz e anormal
Se foi com o vento
Já fiquei até tarde numa calçada
Com milhares de histórias pra contar
Já toquei muito amor
Com um violão em um patamar
Escorreguei em algumas escadas
Mas fingi que não houve nada
Sempre com um bom amigo do lado
Tornando minhas certezas mais sensatas
Já jurei amores
Já chorei num bar
Naquela eterna despedida:
Rio Grande do Norte/Ceará
Pedi perdão por ir embora
E deixei alguns amigos
Mas sempre a saudade bate minha porta
E me pede abrigo.
Caminhando pela praia
Vendo o reflexo da lua no mar
Ouvindo o barulho das ondas
Vendo um barquinho navegar
Meu barquinho naufragou há muito tempo
Destruiu a tripulação do meu coração
Me afogou em solidão
Por tempos me prendeu no meu relento
Avistava terra à vista
Mas já não tinha mais forças pra navegar
Então fiquei de telespectadora
Vendo minha oportunidade zarpar
Ancorei meu coração numa lasca de pedra
E antes que me arrependesse
Tracei uma reta
Formulei um plano
E me tornei uma colecionadora de corações e objetos estranhos.
Vendo o reflexo da lua no mar
Ouvindo o barulho das ondas
Vendo um barquinho navegar
Meu barquinho naufragou há muito tempo
Destruiu a tripulação do meu coração
Me afogou em solidão
Por tempos me prendeu no meu relento
Avistava terra à vista
Mas já não tinha mais forças pra navegar
Então fiquei de telespectadora
Vendo minha oportunidade zarpar
Ancorei meu coração numa lasca de pedra
E antes que me arrependesse
Tracei uma reta
Formulei um plano
E me tornei uma colecionadora de corações e objetos estranhos.
Aprecio a liberdade
Gosto do cheiro da chuva
Sou viciada em pessoas sensíveis
Simpatizo com a loucura
Fiz de mim um mar de felicidade
Que vez ou outra transborda saudade
As vezes é difícil deixar o amor entrar
Mas pode ser pior forçá-lo a sair
Porque até um sentimento puro
Pode te machucar e te fazer cair
Ainda acredito nas pessoas
Ainda acredito no mundo
Faço o que posso, do meu modo
Pra tentar melhorar tudo
Espalho cartazes por aí com mensagens otimistas
Dou bom dia ao porteiro, sorrio pra vida
Tem dias que um furacão parece me dominar
E então fico difícil de lidar
Mas só pra não esquecer
A bondade ainda mora aqui
Então, sem "mais" e "porquês" só vem me redescobrir.
Gosto do cheiro da chuva
Sou viciada em pessoas sensíveis
Simpatizo com a loucura
Fiz de mim um mar de felicidade
Que vez ou outra transborda saudade
As vezes é difícil deixar o amor entrar
Mas pode ser pior forçá-lo a sair
Porque até um sentimento puro
Pode te machucar e te fazer cair
Ainda acredito nas pessoas
Ainda acredito no mundo
Faço o que posso, do meu modo
Pra tentar melhorar tudo
Espalho cartazes por aí com mensagens otimistas
Dou bom dia ao porteiro, sorrio pra vida
Tem dias que um furacão parece me dominar
E então fico difícil de lidar
Mas só pra não esquecer
A bondade ainda mora aqui
Então, sem "mais" e "porquês" só vem me redescobrir.
Esperando o segundo sol, esbarrei no oceano
E como uma onda no mar passei pra outro plano
Quando a voz do anjo sussurrou no meu ouvido
Eu me vi a dois passos do paraíso
E naquele céu azul
Vi olhos que me chupavam feito zoom
Olhos que viam além do horizonte piedosos sons de blues
Caminhando e jogando palavras ao vento
Meus documentos eu perdi
E pra não dizer que não falei das flores
Mil rosas roubei pra ti
Mas se por acaso eu chegar muito estranho
Me chame para discutirmos Caetano
Mas não me deixe sentar na poltrona no dia de domingo
E aquele abraço pra torcida do flamengo
E nunca se esqueça, nem por um segundo
Que por trás dessas lentes também bate um coração
Que vive em uma metamorfose ambulante
Ora figurante, ora coadjuvante
Que leu 50 receitas na luz dos olhos de outro alguém
E que como Chico, fala de amor como ninguém.
E como uma onda no mar passei pra outro plano
Quando a voz do anjo sussurrou no meu ouvido
Eu me vi a dois passos do paraíso
E naquele céu azul
Vi olhos que me chupavam feito zoom
Olhos que viam além do horizonte piedosos sons de blues
Caminhando e jogando palavras ao vento
Meus documentos eu perdi
E pra não dizer que não falei das flores
Mil rosas roubei pra ti
Mas se por acaso eu chegar muito estranho
Me chame para discutirmos Caetano
Mas não me deixe sentar na poltrona no dia de domingo
E aquele abraço pra torcida do flamengo
E nunca se esqueça, nem por um segundo
Que por trás dessas lentes também bate um coração
Que vive em uma metamorfose ambulante
Ora figurante, ora coadjuvante
Que leu 50 receitas na luz dos olhos de outro alguém
E que como Chico, fala de amor como ninguém.
Matando um dragão por dia
Tomando uma dose de melancolia
Apostando meu coração
Esperando uma nova ilusão
Procurando um novo corpo pra usar
Uma nova alma pra me entregar
Um motivo, uma saudade
Qualquer coisa que desperte sentimentalidade
Vendo a verdade nos olhos do cego
E na solidão encontrando afeto
Uma vela pra acender
Por todos aqueles que fingem (sobre)viver
Tomando uma dose de melancolia
Apostando meu coração
Esperando uma nova ilusão
Procurando um novo corpo pra usar
Uma nova alma pra me entregar
Um motivo, uma saudade
Qualquer coisa que desperte sentimentalidade
Vendo a verdade nos olhos do cego
E na solidão encontrando afeto
Uma vela pra acender
Por todos aqueles que fingem (sobre)viver
Ironia é alguém que não sabe amar morrer de amor, ou seria uma hipérbole? Acho que o amor é como o vento, tem tempos bons e ruins, mas aí já não seria comparação? Achava que tinha conhecido o amor tomando uma taça de vinho, mas na verdade era só uma metonímia. Encontrei suavidade no eufemismo. Vivi crises existenciais nos paradoxos da vida. Nasci, e cresci, e estou envelhecendo, aceito a gradação e ignoro o polissíndeto.
Chegou o meu momento e eu explodi
Disse tudo que sentia
E esperei receber apoio mas não recebi
Fiquei chateada, furiosa e ainda mais confusa
Enfrentei todos sozinha e ainda continuo na luta
Já me acusaram de várias coisas:
Arrogante, mal criada
Esquecem que cresci e já consigo ver as coisas as claras
E eu só peço uma coisa:
Devolvam minha liberdade
Não me deixam mais me expressar
Porque estou sempre estou errada
Errada ou não, essa não é a questão
A questão é que eu não aguento mais levar sermão por ser quem eu sou
Sou explosiva, mas sou uma boa amiga
Sou desastrada e bagunçada
Mas só preciso de uma carona nessa estrada
Só espero que não tenham esquecido que tenho sentimentos
Que a "princesa do gelo" também sabe amar
Que a megera não domada, a louca registrada
Só quer ajuda, uma mãozinha
Pra poder mudar...
...e quem sabe, melhorar!
Disse tudo que sentia
E esperei receber apoio mas não recebi
Fiquei chateada, furiosa e ainda mais confusa
Enfrentei todos sozinha e ainda continuo na luta
Já me acusaram de várias coisas:
Arrogante, mal criada
Esquecem que cresci e já consigo ver as coisas as claras
E eu só peço uma coisa:
Devolvam minha liberdade
Não me deixam mais me expressar
Porque estou sempre estou errada
Errada ou não, essa não é a questão
A questão é que eu não aguento mais levar sermão por ser quem eu sou
Sou explosiva, mas sou uma boa amiga
Sou desastrada e bagunçada
Mas só preciso de uma carona nessa estrada
Só espero que não tenham esquecido que tenho sentimentos
Que a "princesa do gelo" também sabe amar
Que a megera não domada, a louca registrada
Só quer ajuda, uma mãozinha
Pra poder mudar...
...e quem sabe, melhorar!
Até hoje espero aquela carta que você ficou de escrever
Até hoje eu berro de saudade de você
Ora garoto, porque fez eu me apegar se sabia que cedo ou tarde eu iria embora, trancaria a porta e não ia mais voltar?
Talvez, tenha sobrado em mim um resquício de sentimentalidade
Um pouquinho que se transformou em saudade
O meu coração me enganou
Me fez pensar que estava anestesiada
E me jogou nessa estrada sem proteção
E agora eu renego de novo o seu amor
Antes que essa maldita saudade se torne dor!
Até hoje eu berro de saudade de você
Ora garoto, porque fez eu me apegar se sabia que cedo ou tarde eu iria embora, trancaria a porta e não ia mais voltar?
Talvez, tenha sobrado em mim um resquício de sentimentalidade
Um pouquinho que se transformou em saudade
O meu coração me enganou
Me fez pensar que estava anestesiada
E me jogou nessa estrada sem proteção
E agora eu renego de novo o seu amor
Antes que essa maldita saudade se torne dor!
Chinelo no dedo, mochila pronta
Indo em direção à lugar nenhum
Sem saudade, sem aflição
Apenas uma viagem em vão
Seguindo a direção do vento
Cantarolando algo que ouvi por aí
Meu futuro vou escrevendo
Com momentos que ainda não vivi
Na viagem da vida
Passei direto pelo amor
Estacionei na dor
E encontrei um refúgio em você
Mas já que não posso te ver
Vou caminhando e sonhando em te ter
Que droga de viagem!
Porque viajar desperta tanta sentimentalidade?
Seria ver tudo isso passando, as coisas mudando e não mudar?
Seria acelerar, se apressar mas não ter onde chegar?
Acho que na verdade o que eu mais preciso é ter um abrigo
Um lugar para morar, pessoas para voltar
Um cachorro para criar e você para me consolar
Com tantos casos e amassos desfiz o nosso laço
Tem que ser assim, nós somos assim
Loucos(um pelo outro), irresponsáveis, irremediáveis
Então me diz, como poderíamos dar certo?
Você todo folgado, só esperando ser amado
Mas sem querer amar
Então me diga, garoto, como posso te amar?
Amar seu sorriso de lado? Seus olhos claros?
Nunca me importei com isso
O que eu amo mesmo é o seu abraço
Também o seu cheiro que é como um antídoto
Mas já não quero mais, sou livre, quero paz
Assuma, somos sinônimo de confusão
Seguimos a trilha errada, erramos a estrada, avançamos na contramão
E agora, enquanto você dorme ao meu lado
Agarrando o travesseiro num abraço
Eu me despeço
Não foi dessa vez que deu certo
Nem as outras milhares atrás
Quem sabe mês que vem você volte
Dizendo que está com saudade e queria me ver antes que fosse tarde
Tarde pra mim, tarde pra você
Aí a gente tenta outra vez.
Tem que ser assim, nós somos assim
Loucos(um pelo outro), irresponsáveis, irremediáveis
Então me diz, como poderíamos dar certo?
Você todo folgado, só esperando ser amado
Mas sem querer amar
Então me diga, garoto, como posso te amar?
Amar seu sorriso de lado? Seus olhos claros?
Nunca me importei com isso
O que eu amo mesmo é o seu abraço
Também o seu cheiro que é como um antídoto
Mas já não quero mais, sou livre, quero paz
Assuma, somos sinônimo de confusão
Seguimos a trilha errada, erramos a estrada, avançamos na contramão
E agora, enquanto você dorme ao meu lado
Agarrando o travesseiro num abraço
Eu me despeço
Não foi dessa vez que deu certo
Nem as outras milhares atrás
Quem sabe mês que vem você volte
Dizendo que está com saudade e queria me ver antes que fosse tarde
Tarde pra mim, tarde pra você
Aí a gente tenta outra vez.
Já me chamaram de diversas coisas:
Inútil, idiota, louca
Já me disseram que eu não consigo se quer escrever poesia por onde vivo
Mas quem liga? Quem vai ligar?
Dramas de uma garota que não para de sonhar
No meu castelo de decepções eu sigo
Procurando conforto no colo de um amigo
Então deixa de besteira e sai dessa bobeira
Que quando você menos esperar estarei no seu portão
Carregada de saudade e histórias de antemão
Histórias de um garoto que conheci
Histórias que só vem de mim
Então vai logo abrir o portão
Que lá estarei eu, com o coração na mão
Se liga, garoto, que hoje a noite é nossa
Noite de vinho, fotos e bossa nova.
Inútil, idiota, louca
Já me disseram que eu não consigo se quer escrever poesia por onde vivo
Mas quem liga? Quem vai ligar?
Dramas de uma garota que não para de sonhar
No meu castelo de decepções eu sigo
Procurando conforto no colo de um amigo
Então deixa de besteira e sai dessa bobeira
Que quando você menos esperar estarei no seu portão
Carregada de saudade e histórias de antemão
Histórias de um garoto que conheci
Histórias que só vem de mim
Então vai logo abrir o portão
Que lá estarei eu, com o coração na mão
Se liga, garoto, que hoje a noite é nossa
Noite de vinho, fotos e bossa nova.
Na construção do meu império
Vivi por muitos infernos
Um de cada vez:
Dor, angústia, insensatez.
Vivi em um deserto abstrato
Onde um gênio gritou ao meu lado:
'Garota, medo de amar não dá em nada!'
E lá estava eu com mais uma bala alojada
Acertada em cheio, bem no coração
Maldito, despertou em mim emoção
Também vivi em um mar de fúria
Vivi por muitos infernos
Um de cada vez:
Dor, angústia, insensatez.
Vivi em um deserto abstrato
Onde um gênio gritou ao meu lado:
'Garota, medo de amar não dá em nada!'
E lá estava eu com mais uma bala alojada
Acertada em cheio, bem no coração
Maldito, despertou em mim emoção
Também vivi em um mar de fúria
Onde um só homem reinava na penumbra
Homem forte, cadeado no coração
E na cabeça, uma ideia de antemão:
'Tenho uma guerra para lutar!!'
Coitado, mal sabia que só havia ele por lá
Homem forte, cadeado no coração
E na cabeça, uma ideia de antemão:
'Tenho uma guerra para lutar!!'
Coitado, mal sabia que só havia ele por lá
Por fim, encontrei meu lugar
Terra de poetas e patetas
De gente bacana e sincera
Que me receberam com certo pesar, dizendo:
'Pobre garota, tu não sabes amar!'
E foi ali onde construí meu império
Império de cartas não enviadas
De poemas não concluídos
Oh deus, aprendi a amar.... Aquele lugar!
Assinar:
Postagens (Atom)


- Follow Us on Twitter!
- "Join Us on Facebook!
- RSS
Contact