Nas mãos que me carregam
Carrego um eterno fardo
De me manter calma e convicta
Escondendo todo o meu estrago
Meus ombros pesam por mim e pelos outros
Intrusos na minha inlucidez passional
Tentando acompanhar os meus passos
Nessa minha dança comocional
A cada passo
Uma nova ironia
Semblantes que passam e disfarçam
Essa benfeitoria de agonia
E todo esse complô
Visto como paradoxal
Divide águas e impõe fronteiras
Nesse meu coração marginal.
Minh'alma carente de amor
Em partes padece por ti
Numa mistura ambígua de solidão
Com um pouco de frenesi
Desvairada me encontro em teu leito
Faço dele o meu alfim
Me deleito em palavras e promessas
Que tingem o meu coração carmesim
Trago duas ou três canções na cabeça
Na esperança de te trazer pra mim
Faço de ti a minha nobreza
Te elevo dois niveis em mim
Escorrego na minha paixão
E como um prego, me cravo em ti
Marcando o seu coração
E o fazendo o meu confim.
Em partes padece por ti
Numa mistura ambígua de solidão
Com um pouco de frenesi
Desvairada me encontro em teu leito
Faço dele o meu alfim
Me deleito em palavras e promessas
Que tingem o meu coração carmesim
Trago duas ou três canções na cabeça
Na esperança de te trazer pra mim
Faço de ti a minha nobreza
Te elevo dois niveis em mim
Escorrego na minha paixão
E como um prego, me cravo em ti
Marcando o seu coração
E o fazendo o meu confim.
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