Até hoje espero aquela carta que você ficou de escrever
Até hoje eu berro de saudade de você
Ora garoto, porque fez eu me apegar se sabia que cedo ou tarde eu iria embora, trancaria a porta e não ia mais voltar?
Talvez, tenha sobrado em mim um resquício de sentimentalidade
Um pouquinho que se transformou em saudade
O meu coração me enganou
Me fez pensar que estava anestesiada
E me jogou nessa estrada sem proteção
E agora eu renego de novo o seu amor
Antes que essa maldita saudade se torne dor!
Chinelo no dedo, mochila pronta
Indo em direção à lugar nenhum
Sem saudade, sem aflição
Apenas uma viagem em vão
Seguindo a direção do vento
Cantarolando algo que ouvi por aí
Meu futuro vou escrevendo
Com momentos que ainda não vivi
Na viagem da vida
Passei direto pelo amor
Estacionei na dor
E encontrei um refúgio em você
Mas já que não posso te ver
Vou caminhando e sonhando em te ter
Que droga de viagem!
Porque viajar desperta tanta sentimentalidade?
Seria ver tudo isso passando, as coisas mudando e não mudar?
Seria acelerar, se apressar mas não ter onde chegar?
Acho que na verdade o que eu mais preciso é ter um abrigo
Um lugar para morar, pessoas para voltar
Um cachorro para criar e você para me consolar
Com tantos casos e amassos desfiz o nosso laço
Tem que ser assim, nós somos assim
Loucos(um pelo outro), irresponsáveis, irremediáveis
Então me diz, como poderíamos dar certo?
Você todo folgado, só esperando ser amado
Mas sem querer amar
Então me diga, garoto, como posso te amar?
Amar seu sorriso de lado? Seus olhos claros?
Nunca me importei com isso
O que eu amo mesmo é o seu abraço
Também o seu cheiro que é como um antídoto
Mas já não quero mais, sou livre, quero paz
Assuma, somos sinônimo de confusão
Seguimos a trilha errada, erramos a estrada, avançamos na contramão
E agora, enquanto você dorme ao meu lado
Agarrando o travesseiro num abraço
Eu me despeço
Não foi dessa vez que deu certo
Nem as outras milhares atrás
Quem sabe mês que vem você volte
Dizendo que está com saudade e queria me ver antes que fosse tarde
Tarde pra mim, tarde pra você
Aí a gente tenta outra vez.
Tem que ser assim, nós somos assim
Loucos(um pelo outro), irresponsáveis, irremediáveis
Então me diz, como poderíamos dar certo?
Você todo folgado, só esperando ser amado
Mas sem querer amar
Então me diga, garoto, como posso te amar?
Amar seu sorriso de lado? Seus olhos claros?
Nunca me importei com isso
O que eu amo mesmo é o seu abraço
Também o seu cheiro que é como um antídoto
Mas já não quero mais, sou livre, quero paz
Assuma, somos sinônimo de confusão
Seguimos a trilha errada, erramos a estrada, avançamos na contramão
E agora, enquanto você dorme ao meu lado
Agarrando o travesseiro num abraço
Eu me despeço
Não foi dessa vez que deu certo
Nem as outras milhares atrás
Quem sabe mês que vem você volte
Dizendo que está com saudade e queria me ver antes que fosse tarde
Tarde pra mim, tarde pra você
Aí a gente tenta outra vez.
Já me chamaram de diversas coisas:
Inútil, idiota, louca
Já me disseram que eu não consigo se quer escrever poesia por onde vivo
Mas quem liga? Quem vai ligar?
Dramas de uma garota que não para de sonhar
No meu castelo de decepções eu sigo
Procurando conforto no colo de um amigo
Então deixa de besteira e sai dessa bobeira
Que quando você menos esperar estarei no seu portão
Carregada de saudade e histórias de antemão
Histórias de um garoto que conheci
Histórias que só vem de mim
Então vai logo abrir o portão
Que lá estarei eu, com o coração na mão
Se liga, garoto, que hoje a noite é nossa
Noite de vinho, fotos e bossa nova.
Inútil, idiota, louca
Já me disseram que eu não consigo se quer escrever poesia por onde vivo
Mas quem liga? Quem vai ligar?
Dramas de uma garota que não para de sonhar
No meu castelo de decepções eu sigo
Procurando conforto no colo de um amigo
Então deixa de besteira e sai dessa bobeira
Que quando você menos esperar estarei no seu portão
Carregada de saudade e histórias de antemão
Histórias de um garoto que conheci
Histórias que só vem de mim
Então vai logo abrir o portão
Que lá estarei eu, com o coração na mão
Se liga, garoto, que hoje a noite é nossa
Noite de vinho, fotos e bossa nova.
Na construção do meu império
Vivi por muitos infernos
Um de cada vez:
Dor, angústia, insensatez.
Vivi em um deserto abstrato
Onde um gênio gritou ao meu lado:
'Garota, medo de amar não dá em nada!'
E lá estava eu com mais uma bala alojada
Acertada em cheio, bem no coração
Maldito, despertou em mim emoção
Também vivi em um mar de fúria
Vivi por muitos infernos
Um de cada vez:
Dor, angústia, insensatez.
Vivi em um deserto abstrato
Onde um gênio gritou ao meu lado:
'Garota, medo de amar não dá em nada!'
E lá estava eu com mais uma bala alojada
Acertada em cheio, bem no coração
Maldito, despertou em mim emoção
Também vivi em um mar de fúria
Onde um só homem reinava na penumbra
Homem forte, cadeado no coração
E na cabeça, uma ideia de antemão:
'Tenho uma guerra para lutar!!'
Coitado, mal sabia que só havia ele por lá
Homem forte, cadeado no coração
E na cabeça, uma ideia de antemão:
'Tenho uma guerra para lutar!!'
Coitado, mal sabia que só havia ele por lá
Por fim, encontrei meu lugar
Terra de poetas e patetas
De gente bacana e sincera
Que me receberam com certo pesar, dizendo:
'Pobre garota, tu não sabes amar!'
E foi ali onde construí meu império
Império de cartas não enviadas
De poemas não concluídos
Oh deus, aprendi a amar.... Aquele lugar!
Assinar:
Postagens (Atom)

- Follow Us on Twitter!
- "Join Us on Facebook!
- RSS
Contact