quinta-feira, 3 de abril de 2014 0 comentários

Despedidas ou reencontros?!

É possível sentir saudade de algo que ainda não aconteceu? Algo que gostamos e não aguentamos se quer imaginar como seria se tivéssemos que dar adeus? Eu me sinto assim, completamente presa a esse sentimento, que é uma mistura de nostalgia e medo. E é esse sentimento que me enlouquece! Como posso ficar em paz comigo mesma se estou sempre dando adeus a coisas e pessoas que eu gosto? Eu simplesmente não aprendi a dar "adeus". Sofro com despedidas, evito ao máximo pensar no que já passou e evito mais ainda pensar no que vai acontecer. Gosto de reencontros, de conversas longas, de pessoas que me fazem sorrir. Mas o que fazer quando a minha teimosia é maior do que tudo e me faz pensar em futuras despedidas? Bom, acho que no meu caso, o melhor que posso fazer é planejar próximos reencontros.
segunda-feira, 10 de março de 2014 0 comentários

Veneno Antimonotonia

Aqui estou eu, sozinha de novo, dessa vez pensando no que aconteceu comigo. Onde está a garotinha que gostava de sair e socializar com os “amigos”? Porque agora ela prefere ficar trancada no quarto no seu quarto escrevendo textos que segundo os seus “amigos” são totalmente sem sentido? Ah se eles soubessem o quanto escrever me faz bem... Mas pelo visto a noite vai ser longa e monótona, mas existe jeito melhor de preencher uma noite vazia do que com palavras? Escrever é definitivamente o melhor veneno antimonotonia, faz o tempo passar mais rápido, escrevendo podemos nos expressar, dizer o que sentimos, porque escrever é isso, é termos uma conversa mais do que silenciosa com a caneta e o papel.
domingo, 9 de março de 2014 1 comentários

Lembranças

O que fazer quando a saudade aperta? Chorar? Espernear? Se distrair? O que fazer quando vem àquela angústia por não poder voltar no tempo e reviver momentos felizes? E hoje o que nos resta são as lembranças, lembranças de coisas, pessoas, situações... Ah, as lembranças... São essas danadas que nos arrancam sorrisos e que também nos fazem derramar lágrimas, mas há coisa mais gratificante do que relembrar velhos momentos junto a pessoas queridas? É interessante o fato das lembranças tornarem tudo mais engraçado, como algo que você fez no passado e antes te envergonhava e hoje lhe trás somente risos. Mas quem não dá uma boa risada ao ver uma foto antiga? Quem não se entusiasma com um reencontro daquela turma que marcou a sua vida para sempre? Estamos sempre relembrando tudo, como éramos, o que fazíamos, relembrando como é bom ter amigos, como é bom se sentir amado, relembrando até momentos infelizes, porque não me dói saber que vivenciei diversos momentos complicados, pois também vivenciei momentos que valem a pena relembrar sempre, porque querendo ou não, relembrar também é viver.
sábado, 8 de março de 2014 0 comentários

Diferenças...

Hoje mais uma pessoa me disse que estou diferente... Engraçado que nunca sabem definir tal palavra, mas se sentem totalmente livres para usa-la como definição de coisas, pessoas, situações... Qual o problema em uma pessoa estar diferente? Afinal são as diferenças que definem a personalidade de alguém. Tudo muda, inclusive as pessoas. E há quem diga que mudar é sinônimo de rebeldia, se for assim peço licença para ser “rebelde”. Se as pessoas não mudassem seríamos completamente idiotas, seríamos para sempre “crianças imaturas”, e quem chegasse a ter certo nível de maturidade não suportaria viver em tal sociedade, provavelmente, perderia sua sanidade mental ou cometeria suicídio.
sexta-feira, 7 de março de 2014 0 comentários

Escolhas.

Senti o meu coração pulsando mais fraco, fiquei pálida, percebi que estava andando em círculos. Parei e sentei no chão frio, ao sentar senti um calafrio percorrer o meu corpo, gelei junto com o chão. Fiquei ali durante horas tentando achar uma razão para surtar, ainda não achei nenhuma. Será que estou ficando louca ou sou apenas uma rebelde sem causa? Tento decifrar a loucura dos meus pensamentos, mas cada vez me perco mais dentro de mim mesma. Posso estar ficando louca, mas qual o problema? Há quem diga que as melhores pessoas não são totalmente “normais”. Pra quê toda essa normalidade se podemos fazer diferente? E se for a diferença que te traga alegria? Você abriria mão da sua felicidade pelo o que os outros vão falar de você? Vejo tantas pessoas desistindo dos seus sonhos, parando de lutar pelos seus ideais, pessoas super talentosas que por falta de apoio e compreensão simplesmente desistem de tudo. Não devemos ser assim, mesmo com apoio ou sem apoio devemos lutar pelo o que queremos se não iremos ser só mais um fracassado no mundo.
quinta-feira, 6 de março de 2014 0 comentários

Confusão sentimental.

Procurei a ti com o coração aberto, sem rancor, estava bem decidida a dizer tudo o que eu sinto, mas no meio do caminho me veio aquela insegurança de sempre e recuei. Eu juro que eu tento pensar e agir com razão quando estou junto a ti, mas não consigo. Sempre ajudei amigos com esses problemas, mas como posso ajuda-los se não consigo nem me ajudar? Eu, que sempre sou vista como a problemática, a revoltada, a do “contra”, só queria ajuda, é o que eu preciso, de ajuda. Eu preciso de alguém que me apoie e me mostre o caminho certo a ser seguido, mas acima de tudo, eu quero que esse “alguém” seja você. Quero que fique ao meu lado mesmo quando tudo estiver desmoronando, como agora. Peço-lhe que fique, estou me esforçando para ser “melhor”. Estou me esforçando para juntar coragem e lhe dizer tudo isso, mas você me conhece... Sabe que te escrevo tudo isso porque sou um desastre falando, você sabe que é escrevendo que fico em paz comigo mesma... Perceba que você está em tudo... Nas minhas fotos, na minha agenda, nas minhas músicas, nos meus sonhos e agora, de novo, você faz uma participação especial nos meus textos, e tudo o escrevo aqui é para dizer que o meu coração sempre foi e sempre será, seu.
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Loucuras.

Sou uma louca, mas não uma qualquer que você encontra em toda esquina, sou o pior tipo de louca que existe. Sou do tipo que fala só e gosta disso, que prova veneno e diz: “eu gostei”, que sofre com a normalidade dos outros, sou do tipo de louca que pega a solidão e a torna sua melhor amiga, que vê na diferença o seu lugar, que compra fiado e pede o troco, que dança sem música, que lê de cabeça pra baixo, que entende a normalidade mas não a aceita, que procura a verdade na mentira e acha. Sou do tipo, que mesmo com todas essas loucuras sou feliz, que acima de tudo e de todos tenho o meu próprio estilo de vida e não abro mão dele por nada, gosto de mudanças, gosto da diferença, que graça teria se fossemos todos iguais? Nenhuma, eu acho... 
 
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