Uma nova jura
Um novo julgamento
Letras e acordes
Carregados de sentimentos
Medos escondidos por baixo dos lençóis
Baús repletos de sentimentos
Insônia se tornando um algoz
A madrugada virando tormento
Fantasmas do passado
Destroem o meu futuro
Bombardeio de sentimentos
Enfraquecem meu muro
Uma caneta multicor
Escreve o que já sei de cor:
Lembranças e momentos
Que viraram pó.
Pilhas de poemas espalhados pela casa
Lençóis jogados na cama
Um vazio dentro de mim
E o mundo lá fora me chama
Mais um novo amante
Menos 10 no meu saldo de amor
Só mais uma pessoa carente
Esperando um novo (r)am(c)or
No canto da sala tem uma calça surrada
Tal qual o nosso amor
Sou a maçã estragada
Que um dia você amou
No espelho do quarto
Vejo uma desconhecida
Pouco familiar
Muito atrevida
Vejo coisas que já não existem mais
Sinto coisas que não devo sentir
Falo demais no meu altar particular
Espero uma maré fechada pra poder transbordar e seguir
Lençóis jogados na cama
Um vazio dentro de mim
E o mundo lá fora me chama
Mais um novo amante
Menos 10 no meu saldo de amor
Só mais uma pessoa carente
Esperando um novo (r)am(c)or
No canto da sala tem uma calça surrada
Tal qual o nosso amor
Sou a maçã estragada
Que um dia você amou
No espelho do quarto
Vejo uma desconhecida
Pouco familiar
Muito atrevida
Vejo coisas que já não existem mais
Sinto coisas que não devo sentir
Falo demais no meu altar particular
Espero uma maré fechada pra poder transbordar e seguir
Uma bebida forte
Um disco pra ouvir
Um abismo entre eu e você
E a noite ainda vai cair
A saudade surge
Como as estrelas no céu
Numa constelação vejo seu sorriso
Travesso e infiel
A TV está ligada
Me fazendo companhia
A música me controla
Me tirando dessa disritmia
Alguém bate na minha porta
Mas não é você
É somente o zelador
Com a correspondencia que não quis receber
E a noite vai indo embora
A saudade foge pela porta
E eu fico aqui sem entender
Porque tem que ser assim quando penso em você?
Um disco pra ouvir
Um abismo entre eu e você
E a noite ainda vai cair
A saudade surge
Como as estrelas no céu
Numa constelação vejo seu sorriso
Travesso e infiel
A TV está ligada
Me fazendo companhia
A música me controla
Me tirando dessa disritmia
Alguém bate na minha porta
Mas não é você
É somente o zelador
Com a correspondencia que não quis receber
E a noite vai indo embora
A saudade foge pela porta
E eu fico aqui sem entender
Porque tem que ser assim quando penso em você?
Andei em estradas tortas
Passei por altos e baixos
Vi de tudo um pouco:
Mortes, magia, abraços
Caminhei descalça em pedregulhos
Naveguei sozinha sobre o mar
Conheci algumas feras
Mas aprendi a domar
Já tentei ser alguém que não sou
E nunca me vi tão infeliz
Sei bem como sou e estou
E me orgulho das coisas que já fiz
Já amei atores, professores e ambulantes
Já fiz muitos favores
Dentre eles um pra mim:
Tornar a felicidade constante
Certa vez tive um amor
Que estacionou no tempo
E de forma voraz e anormal
Se foi com o vento
Já fiquei até tarde numa calçada
Com milhares de histórias pra contar
Já toquei muito amor
Com um violão em um patamar
Escorreguei em algumas escadas
Mas fingi que não houve nada
Sempre com um bom amigo do lado
Tornando minhas certezas mais sensatas
Já jurei amores
Já chorei num bar
Naquela eterna despedida:
Rio Grande do Norte/Ceará
Pedi perdão por ir embora
E deixei alguns amigos
Mas sempre a saudade bate minha porta
E me pede abrigo.
Passei por altos e baixos
Vi de tudo um pouco:
Mortes, magia, abraços
Caminhei descalça em pedregulhos
Naveguei sozinha sobre o mar
Conheci algumas feras
Mas aprendi a domar
Já tentei ser alguém que não sou
E nunca me vi tão infeliz
Sei bem como sou e estou
E me orgulho das coisas que já fiz
Já amei atores, professores e ambulantes
Já fiz muitos favores
Dentre eles um pra mim:
Tornar a felicidade constante
Certa vez tive um amor
Que estacionou no tempo
E de forma voraz e anormal
Se foi com o vento
Já fiquei até tarde numa calçada
Com milhares de histórias pra contar
Já toquei muito amor
Com um violão em um patamar
Escorreguei em algumas escadas
Mas fingi que não houve nada
Sempre com um bom amigo do lado
Tornando minhas certezas mais sensatas
Já jurei amores
Já chorei num bar
Naquela eterna despedida:
Rio Grande do Norte/Ceará
Pedi perdão por ir embora
E deixei alguns amigos
Mas sempre a saudade bate minha porta
E me pede abrigo.
Caminhando pela praia
Vendo o reflexo da lua no mar
Ouvindo o barulho das ondas
Vendo um barquinho navegar
Meu barquinho naufragou há muito tempo
Destruiu a tripulação do meu coração
Me afogou em solidão
Por tempos me prendeu no meu relento
Avistava terra à vista
Mas já não tinha mais forças pra navegar
Então fiquei de telespectadora
Vendo minha oportunidade zarpar
Ancorei meu coração numa lasca de pedra
E antes que me arrependesse
Tracei uma reta
Formulei um plano
E me tornei uma colecionadora de corações e objetos estranhos.
Vendo o reflexo da lua no mar
Ouvindo o barulho das ondas
Vendo um barquinho navegar
Meu barquinho naufragou há muito tempo
Destruiu a tripulação do meu coração
Me afogou em solidão
Por tempos me prendeu no meu relento
Avistava terra à vista
Mas já não tinha mais forças pra navegar
Então fiquei de telespectadora
Vendo minha oportunidade zarpar
Ancorei meu coração numa lasca de pedra
E antes que me arrependesse
Tracei uma reta
Formulei um plano
E me tornei uma colecionadora de corações e objetos estranhos.
Aprecio a liberdade
Gosto do cheiro da chuva
Sou viciada em pessoas sensíveis
Simpatizo com a loucura
Fiz de mim um mar de felicidade
Que vez ou outra transborda saudade
As vezes é difícil deixar o amor entrar
Mas pode ser pior forçá-lo a sair
Porque até um sentimento puro
Pode te machucar e te fazer cair
Ainda acredito nas pessoas
Ainda acredito no mundo
Faço o que posso, do meu modo
Pra tentar melhorar tudo
Espalho cartazes por aí com mensagens otimistas
Dou bom dia ao porteiro, sorrio pra vida
Tem dias que um furacão parece me dominar
E então fico difícil de lidar
Mas só pra não esquecer
A bondade ainda mora aqui
Então, sem "mais" e "porquês" só vem me redescobrir.
Gosto do cheiro da chuva
Sou viciada em pessoas sensíveis
Simpatizo com a loucura
Fiz de mim um mar de felicidade
Que vez ou outra transborda saudade
As vezes é difícil deixar o amor entrar
Mas pode ser pior forçá-lo a sair
Porque até um sentimento puro
Pode te machucar e te fazer cair
Ainda acredito nas pessoas
Ainda acredito no mundo
Faço o que posso, do meu modo
Pra tentar melhorar tudo
Espalho cartazes por aí com mensagens otimistas
Dou bom dia ao porteiro, sorrio pra vida
Tem dias que um furacão parece me dominar
E então fico difícil de lidar
Mas só pra não esquecer
A bondade ainda mora aqui
Então, sem "mais" e "porquês" só vem me redescobrir.
Esperando o segundo sol, esbarrei no oceano
E como uma onda no mar passei pra outro plano
Quando a voz do anjo sussurrou no meu ouvido
Eu me vi a dois passos do paraíso
E naquele céu azul
Vi olhos que me chupavam feito zoom
Olhos que viam além do horizonte piedosos sons de blues
Caminhando e jogando palavras ao vento
Meus documentos eu perdi
E pra não dizer que não falei das flores
Mil rosas roubei pra ti
Mas se por acaso eu chegar muito estranho
Me chame para discutirmos Caetano
Mas não me deixe sentar na poltrona no dia de domingo
E aquele abraço pra torcida do flamengo
E nunca se esqueça, nem por um segundo
Que por trás dessas lentes também bate um coração
Que vive em uma metamorfose ambulante
Ora figurante, ora coadjuvante
Que leu 50 receitas na luz dos olhos de outro alguém
E que como Chico, fala de amor como ninguém.
E como uma onda no mar passei pra outro plano
Quando a voz do anjo sussurrou no meu ouvido
Eu me vi a dois passos do paraíso
E naquele céu azul
Vi olhos que me chupavam feito zoom
Olhos que viam além do horizonte piedosos sons de blues
Caminhando e jogando palavras ao vento
Meus documentos eu perdi
E pra não dizer que não falei das flores
Mil rosas roubei pra ti
Mas se por acaso eu chegar muito estranho
Me chame para discutirmos Caetano
Mas não me deixe sentar na poltrona no dia de domingo
E aquele abraço pra torcida do flamengo
E nunca se esqueça, nem por um segundo
Que por trás dessas lentes também bate um coração
Que vive em uma metamorfose ambulante
Ora figurante, ora coadjuvante
Que leu 50 receitas na luz dos olhos de outro alguém
E que como Chico, fala de amor como ninguém.
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